Saúde

Leucemia tem cura?

02/04/2012

1
 
Segundo ao INCA( Instituto Nacional do Câncer) a leucemia é uma doença maligna dos glóbulos brancos (leucócitos), geralmente, de origem desconhecida. Tem como principal característica o acúmulo de células jovens anormais na medula óssea, que substituem as células sanguíneas normais. A medula é o local de formação das células sanguíneas e ocupa a cavidade dos ossos, sendo popularmente conhecida por tutano. Nela são encontradas as células que dão origem aos glóbulos brancos, aos glóbulos vermelhos (hemácias ou eritrócitos) e às plaquetas.
 
Sintomas:
 
  • Anemia;
  • Fadiga;
  • Palpitação;
  • Maior vulnerabilidade a infecções;
  • Sangramento da gengiva e do nariz;
  • Manchas roxas na pele;
  • Pontos vermelhos sob a pele;
  • O paciente pode apresentar gânglios linfáticos inchados, mas sem dor, principalmente na região do pescoço e das axilas; febre ou suores noturnos;
  • Perda de peso sem motivo aparente; desconforto abdominal (provocado pelo inchaço do baço ou fígado);
  • Dores nos ossos e nas articulações.
 
É muito importante que o diagnóstico da doença seja feito o quanto antes, pois a leucemia progride muito rápido
 
Tratamento
 
Como geralmente não se conhece a causa da leucemia, o tratamento tem o objetivo de destruir as células leucêmicas, para que a medula óssea volte a produzir células normais. O grande progresso para obter cura total da leucemia foi conseguido com a associação de medicamentos (poliquimoterapia), controle das complicações infecciosas e hemorrágicas e prevenção ou combate da doença no sistema nervoso central (cérebro e medula espinhal). Para alguns casos, é indicado o transplante de medula óssea. O tratamento é feito em várias fases. A primeira tem a finalidade de atingir a remissão completa, ou seja, um estado de aparente normalidade que se obtém após a poliquimioterapia. Esse resultado é conseguido entre um e dois meses após o início do tratamento (fase de indução de remissão), quando os exames não mais evidenciam células leucêmicas. Isso ocorre quando os exames de sangue e da medula óssea (remissão morfológica) e o exame físico (remissão clínica) não demonstram mais anormalidades.
 
Entretanto, as pesquisas comprovam que ainda restam no organismo muitas células leucêmicas (doença residual), o que obriga a continuação do tratamento para não haver recaída da doença. Nas etapas seguintes, o tratamento varia de acordo com o tipo de leucemia (linfóide ou mielóide), podendo durar mais de dois anos nas linfóides e menos de um ano nas mielóides. São três fases: consolidação (tratamento intensivo com substâncias não empregadas anteriormente); reindução (repetição dos medicamentos usados na fase de indução da remissão) e manutenção (o tratamento é mais brando e contínuo por vários meses). Por ser uma poliquimioterapia agressiva, pode ser necessária a internação do paciente nos casos de infecção decorrente da queda dos glóbulos brancos normais pelo próprio tratamento.
 
Alguns fatores de risco:
 
· Tabagismo: leucemia mieloide aguda
 
· Radiação (radioterapia, raios X): leucemia mieloide aguda e crônica e leucemia lifoide aguda
 
· Síndrome de Down e outras doenças hereditárias: leucemia aguda
 
· Benzeno (encontrado na fumaça do cigarro, gasolina e largamente usado na indústria química): leucemia mieloide aguda e crônica, leucemia linfoide aguda
 
· Quimioterapia (algumas classes de drogas): leucemia mieloide aguda e leucemia linfoide aguda
 
· Síndrome mielodisplásica e outras desordens sanguíneas: leucemia mieloide aguda
 

Últimos Registros:







Ver todos os registros








AS MAIS LIDAS*

1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
* Notícias mais acessadas da semana


Twitter @fashionnews_



Encontre-nos

twitter Facebook


Copyright © 2014
Todos os direitos reservados a Fashion News
Webmail - Administração

Fuzzon