Sala Vip

Patricia Rocha

16/04/2013

1
Foto: Reprodução/Facebook
 
O quadro Sala Vip desta semana teve o prazer de entrevistar a Jornalista Patrícia Rocha, atual apresentadora do Bom Dia Paraíba. Com seu jeito cativante de comandar o programa matinal, Patrícia vem ganhando cada vez mais a simpatia do público. Jornalista formada pela UFJF, nasceu e foi criada em Minas Gerais. Atua em TV desde sua formação, em 2009. Se mudou pra João Pessoa junto com seu esposo, Bruno Sakauê, também jornalista e apresentador do JPB 1ª edição. Eles se conheceram na afiliada da rede Globo, em Juiz de Fora, onde começaram a trabalhar juntos. Patrícia foi estagiária do Bruno no começo da sua carreira e já trabalhou em duas TVs locais, antes de ser chamada para a Cabo Branco.
 
Confira a breve entrevista que fizemos e conheça um pouco sobre a vida de Patrícia Rocha:
 
Ser jornalista sempre foi sua aspiração? Em que momento da sua vida você percebeu que isso teria grande importância no futuro? Sua família te apoiou na decisão?
 
Não. Desde a minha infância eu queria ser atriz de TV. Fui para a faculdade de Comunicação porque minha mãe não deixou eu fazer Artes Cênicas no Rio. Ainda bem! Durante o curso, apaixonei por Jornalismo. Migrei de ramo, mas sempre me mantive na TV. Meus pais sempre me apoiaram. E desde a universidade eu aprendi que a imprensa é, sim, o quarto poder e que, por isso, devemos sempre ter muito cuidado e responsabilidade com o que é veiculado.
 
Como está sendo trabalhar como âncora do Bom Dia Paraíba?
 
Fui chamada para assumir a bancada do Bom Dia depois de três meses na TV. Eu adoro! Acordar cedo ainda é sacrificante, às vezes, mas realmente eu sofro na hora de levantar. Quando chego aqui, me envolvo com o jornal e esqueço. É muito bom!
 
E como é trabalhar com o Bruno? 
 
É ótimo. Dividimos as experiências, as impressões e até as angústias. Dentro da TV quase não nos encontramos, porque somos repórteres e estamos sempre na rua. Conversamos mais pelo telão. Rs...
 
Atualmente você se divide entre apresentadora e repórter. Qual a sensação de lidar todos os dias com as mais variadas situações e registrar os casos mais inusitados?
 
Eu acho um privilégio ser repórter. Ser a escolhida para contar uma história de destaque para milhares de pessoas. Ver a história acontecer e poder fazer a pergunta que todos gostariam de fazer. Claro que muitas vezes, a notícia é pesada, triste. Faz parte. Temos que saber dar o tom a cada uma delas, cobrar quando for o caso e silenciar quando necessário.
 
Teria alguma situação engraçada que você já vivenciou trabalhando ao vivo?
 
Várias. Uma delas foi parar num site de humor nacional. Cachorros roubaram a cena atrás de mim, eu não vi nada. Outra vez, num ao vivo de comunidade, as crianças se viram na TV e gritaram tão alto que eu tive que parar, pedir que fizessem silêncio pra continuar. Isso é normal e, de certa forma, inevitável. A recomendação é não tentar enganar o telespectador, ser sincero.
 
O que você destacaria de melhor e pior no ramo da mídia?
 
Podemos ser um trampolim para a vida de alguém, assim como podemos destruí-la. E a imprensa atualmente vai aos dois extremos. Desde 2009, quando o STF derrubou a obrigatoriedade do diploma para o exercício do Jornalismo, vemos muitas pessoas sem compromisso com ética e responsabilidade social ocuparem essa funções, lançando mão de sensacionalismo e espetáculo com a desgraça alheia, em nome de audiência. É triste, mas é verdade. E, infelizmente, a sociedade ainda não tem educação suficiente para banir essa programação por conta própria. Ao longo dos anos, os prejuízos disso são incalculáveis.
Por outro lado, a imprensa responsável também pode ser o porta-voz de uma comunidade carente, cobrar das autoridades condições dignas de vida, mostrar uma denúncia que prejudica muitas pessoas, propor debates sobre assuntos polêmicos e etc. A imprensa pode muito e é muito poderosa. Muitos usam isso para o bem. Muitos, para o mal.
 
Que conselhos você daria a quem está começando na área jornalística?
 
Ame e respeite essa profissão. Ela é linda. Não deixe ninguém lhe diminuir por ser um jornalista. Aja com respeito com seus personagens e com seu público. E nunca venda sua honra e sua credibilidade. Isso é essencial para um profissional da imprensa.
 
Como você lida com as redes sociais? Você é sempre muito simpática e interage bastante com os colegas e admiradores do seu trabalho. Que cuidados você toma para não se expor e manter sua privacidade?
 
Adoro as redes sociais. E não costumo ter problemas. Ainda consigo responder a todos que me escrevem. Pelo menos no twitter. No Instagram não. Mas leio todos os recados. Além disso, tomo também alguns cuidados com fotos e informações da minha vida pessoal e do meu trabalho.
 
Há algum profissional que você admira e que tem como inspiração?
 
Admiro o trabalho de muitos. Pedro Bassan, Tino Marcos, Rodrigo Alvarez são donos de textos primorosos. Mariana Gross, pra mim, é um destaque dessa nova geração. E Neide Duarte e Sandra Passarinho são monstros sagrados.
 
Nas horas vagas, como costuma aproveitar o seu tempo? Tem algum hobby?
 
Adoro a minha casa. Amo ler, ver TV, ficar com meu gato, ver um filme com meu marido. Gosto muito de um barzinho com amigos. E amo internet!
 
Para finalizar, algum agradecimento especial?
 
A Bruno devo tudo o que sei como jornalista. Ele encurtou os caminhos pra mim, foi meu professor diário e mais próximo. A ele também agradeço pela companhia diária. É um presente de Deus a presença dele na minha vida. E aos meus pais, por tudo o que eu sou. Seu Fernando e Dona Solange nunca hesitaram em me apoiar em todos os meus sonhos. Tudo por eles e pra eles!
 
 
 
 
 

Últimos Registros:







Ver todos os registros






AS MAIS LIDAS*

1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
* Notícias mais acessadas da semana


Twitter @fashionnews_



Encontre-nos

twitter Facebook



Copyright © 2018
Todos os direitos reservados a Fashion News
Webmail - Administração

Fuzzon