Empresas e Negócios
Foto: Reprodução
Quais são as ações que o empresário pode executar para manter sua empresa prosperando?
Acho que primeiramente deve-se conhecer bem seu cliente. Segundo o Sebrae-SP, a principal dificuldade no primeiro ano dos novos empreendedores não é a falta de capital, mas sim a falta de clientes. Um item dessa pesquisa do Sebrae mostra que os hábitos dos clientes também não são levados em conta pelos empresários. Conhecer bem seu público-alvo é fundamental!
Segundo fator essencial: Prezar pelo bom atendimento. Um dado interessante mostra que 90% dos clientes insatisfeitos de uma marca não voltam mais a procurar a empresa que não atendeu de forma satisfatória, e ainda mais: Irão comentar da experiência ruim para uma média de 10 a 17 pessoas da sua rede de relacionamento. A importância do bom atendimento é tamanha que, ainda de acordo com pesquisas, para grande parte das pessoas a qualidade de um serviço é cerca de 8% mais relevante que seu preço e elas estão dispostas a pagar até 16% a mais para ter esse diferencial.
Terceiro fator essencial: Cuidar bem dos seus funcionários: Luiza Trajano, presidente da rede de lojas Magazine Luiza, pratica esse valor na sua empresa oferecendo treinamentos, apoio familiar e incentivo na carreira dos colaboradores.
E por último, o quarto fator essencial: Gerenciar bem a contabilidade da empresa, principalmente custos fixos e capital de giro. Os custos fixos ocorrem todo mês independentemente das vendas acontecerem ou não, são eles: Aluguel, água, luz, telefone, internet, manutenções, encargos, etc. E o capital de giro? O que é mesmo? É o dinheiro que você tem disponível para cobrir a diferença entre o prazo de pagamento das despesas e o prazo de recebimento dos clientes. Como gerenciá-lo melhor? Acompanhar de perto o fluxo de caixa (entradas e saídas) e negociar melhor os prazos de recebimento versus prazos de pagamento com os fornecedores. Assim você ficará mais aliviado e não precisará tomar um empréstimo para o capital de giro.
Foto: Zara
A Zara é a maior rede varejista de roupas do mundo. O seu fundador, o espanhol Amancio Ortega, teve contato com o mundo da moda desde os 14 anos. Com a experiência em várias lojas aliada ao fato de ser extremamente observador e possuir um instinto incrível de adiantar tendências e criar estilo, Amancio iniciou a sua própria linha familiar de confecção, controlando todo o processo, sem terceirizar sua produção.
Outro grande diferencial da Zara foi o fato de quase todas as mulheres da Galícia (Terra natal da empresa localizada na Espanha) terem máquinas de costura em casa, e além disso serem ótimas costureiras. Amancio as recrutou e criou um processo inédito de produção "just in time". A Zara consegue em apenas 15 dias colocar uma nova coleção em suas lojas. Esse modelo tem a produção e logística mantendo uma engrenagem perfeita e elimina os grandes estoques, dando ao público o que ele quer, com o preço mais barato possível e em tempo recorde.
O fast fashion é o modelo que a Zara adota, em que alia a rapidez na reposição de produtos com os preços baixos. Hoje o grupo soube se diversificar e criou marcas diferentes para cada tipo de público: Zara, Zara Kids, Pull & Bear, Massimo Dutti, Bershka, Zara Home e etc, com um marketing enxuto, o grande capricho da marca se encontra nas próprias vitrines das cerca de 6.000 lojas espalhadas pelo mundo.
Além de tudo isso, o fato de Amancio ser um homem extremamente simples e apesar de ser o terceiro homem mais rico do mundo, não mudou a sua maneira simples de viver. Pelo fato de ser avesso a entrevistas e aparições públicas, em 1998 um Diário de Notícias de Lisboa chegou a duvidar da sua existência pelo fato de nunca ter sido publicada uma foto dele.
Foto: Natura
De acordo com o ranking da "Best Retail Brand" da consultoria Interbrand, a empresa de cosméticos Natura foi eleita a marca mais valiosa do varejo brasileiro em 2013, com um valor estimado em US$ 3,981 bilhões, superando em quase 8 vezes a segunda colocada, as Lojas Renner, avaliada em US$ 500 milhões. Em terceiro lugar vem as Casas Bahia com um valor de US$ 382 milhões. A consultoria utilizou-se de indicadores como o monitoramento das necessidades do cliente, eficiência de tomadas de decisões e experiência de compra.
Mas quais são os segredos da Natura??? A Natura é a maior fabricante de cosméticos da América Latina e a líder de mercado no Brasil. A empresa tem sido reconhecida pelo alto grau de inovação de seus produtos (possui um departamento com 500 funcionários dedicados ao assunto) e pelo aprimoramento e valorização do relacionamento pessoal entre funcionários e entre vendedores e clientes, proporcionando uma relação de confiança.
Os investimentos em tecnologia são altíssimos e a busca pelo desenvolvimento sustentável é um dos pilares da empresa, que se utiliza da biodiversidade brasileira na fabricação de seus produtos além de realizar parcerias com comunidades locais, ONG's, universidades e o próprio governo! A Natura é uma das poucas empresas brasileiras que adotam integralmente o modelo do Global Reporting Initiative (GRI) no seu relatório de sustentabilidade.
Foto: Joy Krajicek
O público dos solteiros representa hoje um consumo de R$418,7 bilhões por ano no Brasil. Um nicho de mercado que vem gastando cada vez mais com cuidados pessoais, viagens e estética, e valoriza como ninguém a praticidade dos serviços.
Entre 2001 e 2011, houve um crescimento de 35,6% no número de domicílios com apenas uma pessoa no Brasil e outro dado interessante é que a região Nordeste possui 41,2% da sua população formada por solteiros, o que nos coloca em 2º lugar no Brasil, atrás apenas da região Norte. Dos R$418,7 bilhões gastos por ano, a maioria deles (R$193,9 bilhões) foram gastos pelos solteiros da emergente classe C.
Algumas empresas ofecerem serviços inusitados para os solteiros como, por exemplo, a “Cuecas em domicílio”, que vende kits trimestrais de cuecas e meias acompanhados de desodorantes e sabonetes. O site “My Mix Cereais Personalizados” também aposta na praticidade, e comercializa pacotes de 500g de granola com ingredientes diversificados e bem saborosos. Mas e aí, faltou cerveja? A “Zíper Delivery” faz a entrega de cervejas geladas e de petiscos na sua casa, e não precisa se preocupar com seu cãozinho se viajar, porque a “Nanny Dog” fornece o serviço de babá para seu cachorro, passeando com ele e fazendo check-ups frequentes.
Baseado em “Grandes Ideais”, Pequenas Empresas & Grandes Negócios, Março 2013.
Foto: Blog Vale Saúde
Foi divulgado essa semana um relatório de tendências para o setor de beleza no mercado brasileiro pelo Instituto de pesquisas EuroMonitor International. O aumento do salário mínimo somado à programas do governo de redistribuição de renda e a melhora da taxa de emprego, estão fazendo com que as classes baixa e média se interessem mais por cuidados pessoais e portanto consumam mais produtos de beleza.
O relatório revela que o nicho campeão de vendas no país é o de cabelos com produtos como cremes, Xampus, condicionadores e cremes pós-banho. Esse nicho ainda demonstra fôlego para crescimento, principalmente no curto prazo, e se fortalece por conta do alto investimento em propaganda feito por novos lançamentos das marcas Unilever (TRESemmé) e Procter & Gamble (Wella) e também da L'Oréal e Natura.
Em alta também estão os cosméticos coloridos como batons, esmaltes e produtos para barbear e de higiene bucal: Todos eles estão vendo seu valor agregado aumentar. Em baixa estão os ítens de banho.
Foto: Reprodução
Um dos assuntos mais comentados na NRF Retail’s Big Show, evento anual que foi realizado em Nova York, em janeiro, foi a integração dos canais ou Omni-channel.
Hoje não dá mais para os empresários pensarem em canais separados. O canal único de compra deixou de existir e o consumidor virou um multicanal que compra nos diversos meios, e no momento em que lhe for mais conveniente: Lojas físicas, E-commerce (lojas virtuais, compras coletivas), mobile-commerce (via aplicativos) e social-commerce (via facebook, twitter,etc). A barreira entre o físico e o virtual não existe mais e o consumidor precisa ter a mesma experiência com a marca em todos os canais de vendas possíveis.
O novo consumidor chamado de showroomer é o que vai às lojas físicas e lá mesmo faz comparações de preços pela internet, através do seu celular. Para que a loja conquiste este cliente, ela deve oferecer uma experiência sensorial inesquecível, criando plataformas e aplicativos que facilitem suas consultas. Um artigo divulgado pela GS&MD mostrou alguns dados interessantíssimos: A participação de internautas que consultam online antes de comprar em lojas físicas saltou de 19% em 2009 para 62% em 2011.
A Sephora, varejista de cosméticos, conseguiu criar seu próprio "shopping social" em que ela coloca suas consumidoras discutindo sobre seus produtos, indicando qual é a melhor opção para cada tipo de corpo, pele e cabelo, fazendo com que não só as indicações dos produtos aumentem mas também fazendo disparar o ticket médio de vendas do site.
O grande desafio para os varejistas é oferecer a mesma experiência de consumo, com a mesma linguagem, em todos os pontos de contato entre a marca e o cliente. Uma experiência de vendas integrada deve possuir a união da experiência de compra das lojas físicas com as ricas informações existentes da compra online. O atendimento ao cliente, marketing, logística, distribuição e banco de dados devem estar totalmente integrados pelas empresas, sendo o grande desafio para os lojistas.
Foto: Reprodução
Especialistas através de uma série de experimentos comprovaram que mesmo o branding discreto causa impacto nas decisões dos consumidores. Uma pesquisa de mensagem subliminar sugere que qualquer exposição é melhor que nenhuma exposição, ou seja, nós realmente processamos os anúncios mesmo sem a nossa atenção consciente e pode ser gerada uma associação positiva mais tarde.
A empresa de pesquisa de mercado Ipsos fez um experimento com quase 100 mil participantes. Os participantes assistiram à comerciais de televisão enquanto supostamente analisavam um novo programa.O resultado: Até mesmo os participantes que não prestaram nenhuma atenção nos comerciais viram uma mudança positiva nas marcas, num percentual significativo comparado ao dos participantes que prestaram atenção nos comerciais. Uma falta de atenção não significa que um anúncio não tenha causado impacto e mesmo uma propaganda ou exibição de pouquíssimos segundos conseguem atingir o subconsciente das pessoas.
Associações positivas agregadas a essa visibilidade são ainda melhores. A Samsung é mestre no branding discreto por meio de patrocínios. Ela exibe sua marca em pontos de recarga elétrica nos aeroportos. É muito provável que um passageiro que estava com a bateria do celular descarregando saia com uma imagem muito positiva da Samsung por conta do alívio de ter seu celular recarregado quando ele mais precisava.
Foto: Nordstrom
Uma das tendências discutidas no maior fórum mundial do varejo, o National Retail Federation (Retail's Big Show), realizado recentemente em Nova York, foi o foco no celular. O novo consumidor tem utilizado de forma demasiada o dispositivo para pesquisar e comparar preços na internet. A adoção do pagamento via mobile nas lojas físicas já está virando tendência e está sendo desenvolvida, testada e utilizada ao redor do mundo.
A Apple vem utilizando o sistema de "self-checkout" em suas lojas próprias nos Estados Unidos. O cliente, através do seu iPhone, escaneia o código de barras do produto, pela câmera do celular, e em seguida realiza o pagamento via cartão de crédito (É necessário os três dígitos de segurança do cartão). Mas nem tudo ainda está perfeito: Uma das limitações atuais é que você só pode comprar um item por operação. Se você deseja comprar vários itens na loja talvez o caixa convencional seja uma via muito mais rápida. Outra limitação é que o aplicativo só é compatível com o iPhone 5/4S/4. As versões anteriores do iPhone e o iPad, por exemplo, ficam impossibilitadas de realizar a compra.
Quem também está testando essa nova forma de pagamento é o Wal-Mart, o maior varejista do mundo. O nome do sistema é "Scan and Go" e deve reduzir as longas filas dos caixas. Outros grandes varejistas também estão iniciando os testes, como 7-Eleven, Best Buy e CVS. A Fujitsu também está de olho na onda e lançou o aplicativo de mobile checkout chamado de U-Shop.
Foto: Anita Pâtisserie

Formada em Direito, a paraibana Ana Clóris Soares decidiu estudar gastronomia na Austrália. Após o término do curso, e encantada por confeitaria, Ana iniciou seus estudos na especialidade de "pâtisserie", uma espécie de confeitaria fina francesa especializada em bolos e doces, onde deve possuir um profissional licenciado chamado de mâitre pâtissier, que passou por um longo período de treinamento e provas para conseguir esse mérito.
Nos 5 anos em que esteve na Austrália, Ana teve a oportunidade de trabalhar com grandes nomes da gastronomia e adquiriu bastante vivência na área. Mas Ana queria mais: Viajou para Paris e realizou um longo trabalho de "bench marking" nas Pâtisseries francesas, onde lá estudou toda a estrutura operacional, observando os detalhes e diferenciais de negócio de cada uma delas.
Ao voltar ao Brasil, pesquisou o mercado local de docerias e aproveitou a oportunidade de abrir uma doceria diferenciada, a Pâtisserie. Dentre um menu super variado, destacam-se os macarons de diversos sabores, desde o tradicional baunilha até os inusitados sabores de chiclete e pipoca. Além dos macarons, são servidos alguns doces diferenciados como tartde creme Brulee, bomba de maçã verde, e cupcake de café com amarula. Os produtos salgados também fazem sucesso, como o quiche de gorgonzola com maçã e nozes.
Anita Pâtisserie
Avenida Pombal, 1668, Manaíra, João Pessoa - PB.
(83) 3021-6676
Foto: La Place Gourmet
Uma iniciativa muito bacana do meu amigo Eduardo Valois e do seu sócio, o chef Hugo Torres, em Recife, está dando o que falar. A ideia do La Place Gourmet é de oferecer um serviço diferenciado de buffet completo com pratos requintados e personalizados, acompanhados de perto por um chef profissional. Uma boa oportunidade para um encontro com os amigos, aniversários, jantares especiais, cafés da manhã, e tudo preparado com muito requinte!
O melhor de tudo é não ter trabalho algum. A comodidade é uma das principais vantagens do serviço, onde o chef indica as opções de entrada, o prato principal, sobremesas e bebidas, principalmente vinhos, além de fazer uma breve apresentação dos pratos para os convidados. Os alimentos são preparados na La Place, e na casa do cliente é instalada a estrutura necessária para os pratos serem finalizados lá mesmo, que conta com o acompanhamento do chef, de um auxiliar e de quantos garçons forem necessários. Outra vantagem do serviço é que no final do evento o cliente não precisa se preocupar com a limpeza da mesa e da cozinha.
Outros serviços oferecidos são as aulas particulares de culinária e dicas de como fazer a logística completa de um jantar, incluindo a preparação da mesa e dos bons modos ao servir as refeições.
La Place Gourmet
Rua doutor Vicente Meira, 52020-130
Recife - PE
Telefone: (81) 9631-8972.
https://www.facebook.com/LaPlaceGourmet
Foto: Reprodução
As exportações das confecções brasileiras tem sofrido bastante com as limitações estruturais do setor interno e do mercado externo. O setor produtor de vestuário no Brasil é formado basicamente por micros e pequenas empresas, ou seja, apenas 2% das unidades produtivas possuem mais de 150 empregados. Isso faz com que a escala da produção seja razoavelmente baixa e os altos custos e tributos fazem com que as empresas não consigam competir de igual pra igual com a indústria asiática e norte-africana, por exemplo, que se especializaram na exportação para o mercado internacional.
Diante disto, apenas os grandes produtores brasileiros conseguem brigar com os produtores internacionais pelo fato de produzirem em grande volume e por possuírem um relativo poder econômico para bancar, em dólares, a logística, a promoção e a estruturação dos seus produtos a tantos kilômetros de distância!
Outros dois fatores importantes também tem atrapalhado nossas exportações: A valorização do real frente ao dólar, que torna nossos produtos menos competitivos financeiramente; A crise dos países desenvolvidos, que tem enfraquecido a demanda.
Mercado interno: A última coleção de inverno apresentou um pequeno crescimento de 1,2% do varejo comparado ao mesmo período do ano passado. A moda brasileira nunca dependeu tanto do mercado interno que precisa ser reaquecido para que as fábricas voltem a fabricar mais e consigam abastecer plenamente as lojas para as compras de fim e início de ano.
Foto: Business Review Brasil
Uma forte tendência mundial nos negócios é a Economia Criativa. Esses tipos de negócios trazem uma nova proposta para o valor dos produtos e serviços, valorizando integralmente o capital intelectual. Segundo o autor inglês John Howkins no livro “The Creative Economy”, publicado em 2001, Economia Criativa são atividades na quais resultam em indivíduos exercitando a sua imaginação e explorando seu valor econômico. Pode ser definida como processos que envolvam criação, produção e distribuição de produtos e serviços, usando o conhecimento, a criatividade e o capital intelectual como principais recursos produtivos. Um dos grandes cases brasileiros da Economia Criativa foi o São Paulo Fashion Week, que revolucionou a moda no Brasil.
A criatividade e originalidade desses negócios fogem dos setores tradicionais da economia e não precisam de máquinas ou construções para crescer, mas sim de boas ideias, talento e inovação. Outro grande case de sucesso é o famoso Cirque du Soleil, que dispensa comentários, sendo um espetáculo único, deslumbrante e revelador de talentos.
Mas como tudo isso começou? Em 1994, o então primeiro-ministro da Austrália, fez um discurso pioneiro em que convida a população a aproveitar as oportunidades geradas pela globalização e pelas mídias digitais. Em 1997, o primeiro-ministro Tony Blair, devido à perda de competitividade para os países asiáticos, convocou uma força-tarefa para determinar quais eram os setores criativos mais promissores do Reino Unido. Os segmentos viraram prioridade e passaram a ter um crescimento de 16% ao ano naquele país. Muitos não sabem, mas em junho desse ano aqui no Brasil, foi criada a Secretaria da Economia Criativa, que é subordinada ao Ministério da Cultura.
Outros exemplos de negócios da Economia Criativa aqui no Brasil:
- Estúdio Colletivo: Realiza projetos de design, ilustrações e sites. A empresa foca em projetos ousados e mais elaborados que são guiados pelo conceito da marca, construindo uma identidade única para o cliente;
- Ivaldo Bertazzo: Bailarino que foi responsável por criar um caráter social aos cursos de dança no país, fazendo com que pessoas humildes tenham acesso às aulas;
- Índio da Costa design: Desginer cria produtos inovadores e funcionais como um ventilador de teto com mais de um milhão de unidades vendidas no Brasil e na Europa;
Os setores mais conhecidos da economia criativa são: Cinema, gastronomia, software, artes visuais, TV e vídeo, música, conteúdo digital, moda, artes cênicas, arquitetura, design, etc. Para quem quer começar um negócio desse tipo é recomendado se juntar a um grupo de pessoas com o mesmo interesse que o seu, e encontrar um nicho de mercado inexplorado, além de pesquisar bastante o mercado em busca de oportunidades.
Texto baseado em reportagem da revista Pequenas Empresas Grandes Negócios Nº 285.
Foto: Reprodução
A Financial Times elegeu o MBA "OneMBA" da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (EAESP-FGV) em 24ª lugar no Ranking dos melhores MBAs executivos de 2012.
O MBA global da FGV tem parceria com universidades em outros quatro continentes:
- Ásia: The Chinese University of Hong Kong (CUHK);
- Europa: Rotterdam School of Management, Erasmus University (RSM);
- América Central: Tecnológico de Monterrey Graduate School of Business Administration and Leadership (EGADE, Mexico);
- América do Norte: The University of North Carolina at Chapel Hill’s Kenan-Flagler Business School (UNC);
O outro MBA Brasileiro na lista é o International EMBA, da Fundação Instituto de Administração (FIA), que ficou na 85ª posição.
O ranking foi baseado em pesquisas sobre os alunos que terminaram o curso em 2009, considerando critérios importantes, como a progressão na carreira profissional dos mesmos. Quem ficou em primeiro lugar foi o programa conjunto da Kellogg School of Management de Illinois (EUA) e da Hong Kong University of Science and Technology.
Foto: Shooters
O Shooters é uma drinqueria super movimentada localizada no bairro de Botafogo no Rio de Janeiro.
O proprietário, Philipe Melo, tem formação em gastronomia e cursos de coquetelaria e flair (malabarismos com garrafas), além da experiência de ter trabalhado em alguns bares.
A casa é especializada num drinque individual chamado “shot”, que é tomado numa única dose. Como o tamanho de um shot é menor que um drinque tradicional, o cliente pode experimentar vários tipos de bebidas sem ter que pagar mais caro. A variedade de shots é grande, e a promoção de 4 shots por 3 faz o maior sucesso entre a clientela, que se diverte num ambiente super legal que ainda conta com um lounge a parte e ótima música (Um DJ ou grupo musical diferente é sempre convidado para tocar no bar). O cardápio traz petiscos deliciosos e alguns pratos criados pelo próprio Philipe. Segundo ele, "Na vizinhança, há vários bares que vendem pastéis e cerveja de garrafa. Nossa proposta é oferecer drinques individuais".
O investimento inicial do negócio foi de R$175 mil, e a casa atualmente possui 11 funcionários.
Foto: Sebrae
De 19 a 22 de Setembro no Forrock, em João Pessoa, estará acontecendo a Feira do Empreendedor, evento muito bacana promovido pelo Sebrae. O evento, além de um ótimo espaço para novos negócios e de orientação empresarial, trará temas importantes como liderança, internet para pequenos negócios, vendas, marketing, finanças, estudo do consumidor e código do consumidor. Um dos palestrantes será Rodrigo Vale, gerente de projetos para América Latina do Google.
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Esse Post vem apresentar dados estatísticos importantes de Emprego e Renda na Paraíba, fornecidos pelo CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) do Ministério do Trabalho, projeto estatístico que participei ativamente durante os anos que trabalhei em empresa pública.
No acumulado do ano em 2012 (De janeiro a julho), houve 89.806 admissões e 87.881 desligamentos, totalizando um saldo positivo de 1.925 novos empregos, que entretanto, é um número bem abaixo do esperado se compararmos com o saldo de 20.856 novos empregos de 2011.
Os piores setores são Agropecuária e Indústria da Transformação, com saldos negativos de -5.483 e -3.902. Serviços, Construção Civil e Comércio apresentaram os melhores saldos com 6.127, 3.406 e 1.339, respectivamente. Em Julho de 2012, o setor da Indústria da Transformação mostrou uma recuperação com um saldo de 435 novos empregos, o melhor entre os setores, seguido de Serviços com 341. O pior setor no mês foi o Comércio que retraiu com -188.
Com 1.925 novos empregos no acumulado no ano, a Paraíba está em último lugar no Nordeste na geração de empregos em 2012.