Videira

Dicas para harmonizar vinhos no almoço da Páscoa

09/04/2019

Foto: Divulgação
 
Já é tradição as famílias brasileiras se reunirem em volta da mesa para celebrar o domingo de Páscoa e o vinho é a bebida que marca esta ocasião, pois realça os sabores dos pratos elaborados com bacalhau, peixes, carnes vermelhas, carnes suínas e massas. Incentivos não faltam para ter à mesa esta saborosa bebida, então que tal descobrir como harmonizar o vinho com os pratos prediletos que costumam ser servidos no almoço de Páscoa? A Importadora Costazzzurra traz algumas dicas, confira:
 
O momento de confraternização entre familiares e amigos começa antes do almoço, portanto, enquanto o prato principal não fica pronto degustar alguns petiscos regados a um bom bate-papo faz parte do ritual. Se a escolha para recepcionar os convidados for pela tábua de frios recheada de queijos, a melhor opção são os vinhos tintos. E o vinho tinto português Fortíssimo, da Casa Santos Lima, atende as expectativas, pois é encorpado, de cor rubi, tradicional da região do Alentejo produzido com as uvas Alicante Bouschet, Touriga Nacional, Syrah e Petit Verdot que apresentam notas de especiarias e sabores de frutas vermelhas maduras. Rico e encorpado este é um vinho envolvente que oferece um longo e agradável final de boca.
 
O Fortíssimo é também indicado para acompanhar a famosa bacalhoada, um prato clássico da culinária portuguesa, porém muito comum e apreciado pelos brasileiros, elaborado com batatas, pimentões coloridos, azeitonas pretas, ovos, tomates e muitos outros ingredientes ao gosto de quem está cuidando do seu preparo. Este vinho vai muito bem ainda com picanha suína assada ao molho de vinho, rabada com polenta e galinha a cabidela.
 
Outra sugestão para quem vai servir peixe como prato principal é o vinho Confidencial Branco, da Casa Santos Lima. Produzido em Lisboa com mais de 10 variedades de uvas confidenciais (por isso este nome: Confidencial), é um vinho leve cheio de aromas vivacidade e frescor. Apresenta notas de frutas tropicais e florais muito refrescantes no paladar. Além do peixe, que pode ser um salmão grelhado ou ao forno por exemplo, este vinho vai muito bem para acompanhar uma receita a base de mariscos ou uma saborosa salada.
 
As massas são uma opção valiosa para agradar tantos os vegetarianos quantos aqueles que apreciam peixes ou carnes e neste caso a Costazzurra sugere o Macarrão Italiano Riscossa produzido artesanalmente na Itália e apontado como uma das melhores massas do país. Com cortes versáteis e variados, as massas podem ser utilizadas no preparo de pratos quentes ou frios, como saladas. Ideais para acompanhar molhos mais densos com legumes, vegetais ou carnes, as massas Riscossa estão presentes no Brasil em 16 opções, inclusive massa para lasanha e mais duas versões de massas Integrais Bio Orgânicas feitas com grano duro 100% integral, rico em fibras, proteínas e baixo índice glicêmico.
 
 
Para acompanhar essas deliciosas massas em diferentes receitas, a dica da Costazzurra é o vinho Confidencial Tinto Reserva, da Casa Santos Lima, elaborado com mais de 10 variedades de uvas. Este vinho demonstra grande diversidade e complexidade de aromas como frutos vermelhos e baunilha. Na boca, revela novamente sensações de fruta vermelha, com notas de madeira e taninos elegantes. Seu final é suave, com boa acidez e complexidade que se juntam a agradáveis notas de fruta madura, chocolate e madeira.
 
 
 
Os produtos podem ser encontrados nas melhores delicatessen, empórios e lojas especializadas em vinho do Brasil. SAC Costazzurra (11) 3018-2300 / site.
 

 



Novidades na Vindima da Vinícola Góes 2019

28/12/2018

Foto: Assessoria/Divulgação
 
Janeiro e fevereiro são meses muito importantes para a Vinícola Góes. É época de celebrar mais uma safra das uvas, momento no qual se inicia o processo de produção dos rótulos. Para isso, a família Góes abre seus parreirais aos amantes do vinho numa grande festa. A Vindima 2019 traz novidades, terá um novo formato com mais atrações para os visitantes e um final de semana extra, ocorrendo de 25 de janeiro à 17 de fevereiro.
 
O visitante terá quatro finais de semana para aprender e se deslumbrar com o mundo dos vinhos. A outra grande novidade deste ano são as Ilhas Interativas e as outras atividades a céu aberto num espaço de entretenimento para depois do almoço. No local, os adultos e crianças poderão estender o passeio e aproveitar o dia inteiro nas belas paisagens da Vinícola Góes.
 
O passeio
 
Um pouco da história da Vinícola Góes em um contato direto dos participantes com a família e a equipe da empresa dão início ao encontro e à vivência com as tradições vitivinícolas. Após isto, o visitante é levado até os vinhedos por um trenzinho, que o inspira a se desconectar da cidade e aproveitar o clima da região. Durante todo o percurso, em um bate papo descontraído, são apresentadas curiosidades sobre o plantio e as variedades de uvas e da colheita.
 
Chegando ao parreiral, os participantes poderão colher as uvas diretamente das videiras. Após a colheita, já na fábrica, todo o processo da elaboração do vinho é apresentado. O enólogo Fábio Góes é quem revela os segredos da produção de um bom vinho.
 
O marco de todo o evento é a famosa pisa da uva, que acontece depois que os participantes conhecem os processos da fabricação. Todos são guiados para reviver a história de como foi iniciada a produção do vinho, da maneira mais genuína: pisando as uvas ao som de músicas típicas.
 
Em seguida, todos são convidados a fazer um brinde para celebrar a colheita e participar de um delicioso almoço típico português em meio ao ambiente das videiras e da vinícola.
 
Ilhas Interativas
 
Após esse momento, os visitantes são direcionados para a nova área de entretenimento do evento. Um espaço envolto pela Mata Atlântica que estarão dispostas Ilhas Interativas compostas por várias atividades, como, por exemplo: wine bar, loja com os rótulos da vinícola, música ao vivo, apresentação de dança, espaço de doces. Para os mais aventureiros uma trilha ecológica, para os que procuram descanso haverá pontos confortáveis de repouso, entre outras alternativas de diversão. Os turistas passarão do dia inteiro em clima de festa.
 
O retorno à sede ocorrerá com o mesmo trenzinho que levou o visitante até a fazenda. Eles sairão com intervalo de 30 minutos entre um e outro.
 
Para obter o ingresso, acesse esse site, Vinícola Goés.

 



Vinhos da Casa Valduga ganham nova identidade visual

30/10/2018

Foto: Assessoria/Divulgação
 
Estar atento ao comportamento dos consumidores brasileiros para oferecer produtos de alta qualidade que proporcionem prestígio e experiências memoráveis é uma premissa constante da Casa Valduga. Pensando nisso, a marca realizou uma pesquisa de comportamento com consumidores nas lojas próprias do Grupo Famiglia Valduga e da loja virtual. Após esse estudo, entendeu-se que o brasileiro tem escolhido o vinho pela marca, seguida da variedade. O portfólio antigo de Casa Valduga, que era composto por três sublinhas identificadas como Terroir Leopoldina, Terroir Raízes e Terroir Identidade, podia gerar confusão na hora da escolha. A única distinção existente era na nomenclatura das linhas, no terroir e na variedade, leitura esta, não assimilada pela maior parte da tiragem da pesquisa. Indo ao encontro da campanha do Instituto Brasileiro do Vinho Brasileiro, intitulada “Meu vinho, minhas regras”, em que o discurso visa descomplicar o consumo do vinho nacional, a vinícola Casa Valduga revê o seu portfólio de vinhos e passa a apresentá-lo como Casa Valduga Terroir e Casa Valduga Terroir Exclusivo Casa Valduga. Assim, os vinhos Raízes, Leopoldina e Identidade passam a se chamar Terroir, em uma única identidade de rótulos, facilitando a assimilação da marca, produto e variedade, bem como a identificação na gôndola.
 
 
A linha Terroir é composta pelos seguintes vinhos:
 
  • Cabernet Sauvignon;
  • Cabernet Franc;
  • Pinot Noir;
  • Gewurtztraminer;
  • Chardonnay;
  • Sauvignon Blanc;
  • Merlot;
  • Merlot Rosé.
 
 
Já a linha Terroir Exclusivo surge para proporcionar momentos de consumo diferenciados para quem vai à vinícola ou é consumidor da loja virtual. Os vinhos dessa linha possuem tiragem limitada. “A linha Terroir Exclusivo nos permite oferecer mais uma experiência única para quem nos visita, já que o principal local de venda da linha é a nossa Enoboutique, que fica no coração da vinícola. Esta estratégia também serve como laboratório, para levarmos ao mercado nacional novas variedades”, destaca João Valduga, sócio e enólogo-chefe do Grupo Famiglia Valduga.
 
A linha Terroir Exclusivo é composta pelos seguintes vinhos:
  
  • Viogner;
  • Malbec;
  • Marselan;
  • Arinarnoa;
  • Tannat.
 
 
Ambas as linhas possuem rótulos que apresentam uma experiência sensorial ao toque, com acabamentos em relevo e pequenos dizeres dos elementos que compõem o terroir.

 



Guia Adega 2019 elege espumantes e vinhos da Casa Valduga como os melhores do país

18/10/2018


Foto: Divulgação/Assessoria
 
A Casa Valduga comemora mais uma conquista: cinco rótulos da vinícola foram eleitos os melhores do país pela nova edição do Guia Adega. A publicação é considerada uma das principais referências para o mercado nacional de vinhos, sendo o maior guia brasileiro do setor. A nova edição do Guia Adega avaliou mais de 400 rótulos, de 70 vinícolas brasileiras.
O rótulo Sur Lie, foi considerado o melhor nature do Brasil, o mehor espumante e o melhor do ano, com notáveis 93 pontos. O espumante 130 Brut Rosé foi escolhido como o melhor espumante rosé e melhor espumante brut, com 92 pontos. Já o Casa Valduga 130 Blanc Noir foi nomeado o melhor em sua categoria, obtendo 92 pontos. Entre os vinhos, o destaque dos tintos ficou com o Casa Valduga Terroir Identidade Pinot Noir, considerado o melhor Pinot Noir, com 90 pontos. Já o destaque dos brancos ficou com o Casa Valduga Terroir Exclusivo Viognier, que também alcançou 90 pontos. No total 19 rótulos da vinícola Casa Valduga foram pontuados no Guia Adega 2019.
 
Conheça alguns dos rótulos premiados da Casa Valduga no Guia Adega 2019:
 
 
Casa Valduga Sur Lie
O Casa Valduga Sur Lie é um espumante em sua forma mais bruta, sem dégorgement e consequentemente, sem dosagem pós-dégorgement de licor de expedição. Por não passar por este afinamento, a autólise das leveduras ocorre enquanto a garrafa permanece fechada. Esse é o grande diferencial deste exemplar, ele continua envelhecendo por tempo indeterminado e a decisão de interromper esse processo é única e exclusiva do consumidor, que decidirá o tempo de maturação da bebida, para apreciá-la conforme sua preferência.
 
Casa Valduga 130 Brut Rosé
Elaborado com uvas Chardonnay e Pinot Noir de safras especiais, por meio do método champenoise, o espumante é mantido durante 36 meses em autólise de leveduras. Luminoso, possui coloração salmão, com perlage fino e delicado, formando uma coroa generosa. O bouquet é expressivo, denotando frutas confitadas e licor de cereja. Ao longo da degustação as notas de sua maturação revelam amêndoas e brioche. Sua cremosidade e elegância são destacados no paladar, com a acidez suculenta, combinada com o retrogosto evidenciado pelos toques amanteigados.
 
Casa Valduga 130 Blanc de Noir
Elaborado exclusivamente com uvas Pinot Noir de safras especiais, pelo método champenoise, permanece em autólise de leveduras por 36 meses. Encantador, possui coloração amarelo palha profundo e um delicado perlage. O bouquet mostra-se autêntico e complexo, com notas de amora e framboesa em perfeita harmonia com as nuances de frutas secas e o delicado toque de flores escuras. A intensidade da Pinot Noir resulta em um espumante robusto, com excelente cremosidade e frescor.
 
Casa Valduga Terroir Identidade Pinot Noir
O Casa Valduga Identidade Pinot Noir é um vinho tinto que tem a verdadeira expressão desse tipo de uva. O rótulo apresenta um resultado leve e fresco, onde as características varietais são ainda mais evidentes em seu retrogosto essencialmente frutado. O seu aroma lembra frutas maduras como cereja e morango, aliados a marmelo e notas atribuídas pelo carvalho, como anis, tabaco e um leve toque mentolado.

 



Miolo classifica 2 vinhos entre os mais representativos na Avaliação Nacional de Vinhos

01/10/2018

Foto: Reprodução Shutterstock
 
 
A vinícola Miolo classificou 2 vinhos entre os 16 mais representativos da safra 2018 na 26ª Avaliação Nacional de Vinhos - maior degustação do mundo de vinhos de uma mesma safra, que anualmente reconhece os grandes protagonistas da produção vitivinícola no Brasil.
 
Na categoria ‘Tinto Fino Seco’, destacou-se um exemplar do Miolo Cabernet Sauvignon, elaborado na Campanha Meridional (RS). No evento, foi degustado por Christian Burgos, da Revista ADEGA. Na categoria ‘Branco Fino Seco Não Aromático’, o destaque foi o Almadén Riesling Renano, elaborado na Campanha Central (RS) e degustado na avaliação pelo jornalista Johnny Mazzilli.
 
Para definirem as 16 amostras mais representativas da safra 2018 – considerada a melhor da década, como antecipou o Grupo Miolo no começo deste ano –, 120 enólogos da Associação Brasileira de Enologia e de todo o Brasil degustaram às cegas 344 amostras durante todo o mês de agosto. Entre elas, foram selecionados e apresentados, a mais de mil apreciadores de vinhos, os 16 finalistas. Os classificados foram avaliados e comentados pelo júri composto por profissionais do Brasil, Canadá, Itália, Reino Unido, Uruguai e Chile.
 
“Com a safra 2018 produzimos grandes vinhos. Rótulos elaborados exclusivamente em safras excepcionais. O reconhecimento em uma avaliação dessa envergadura e alcance reforça o êxito do nosso desempenho na safra deste ano. Além disso, reafirma nosso cuidado e dedicação para entregar vinhos brasileiros de extrema qualidade”, comemora Adriano Miolo, superintendente do Grupo Miolo.
 
Além dos dois vinhos classificados entre os 16 mais representativos, a Miolo conquistou o reconhecimento dos avaliadores com um total de 13 vinhos entre os 30% mais representativos da safra:
 
Base Espumante
 
Miolo Chardonnay/Pinot Noir – T.133
 
 
Tinto Seco
 
Miolo Cabernet Sauvignon – T. 156
 
Miolo Cabernet Sauvignon – T. 147
 
Miolo Cabernet Sauvignon – Barricas
 
Miolo Merlot – Barricas
 
Miolo Merlot – T. 89
 
Miolo Touriga Nacional – Barricas
 
Almadén Tannat – Barricas
 
Terranova Syrah - Barricas
 
 
Branco Aromático
 
Miolo Sauvignon Blanc – Engarrafado
 
Almadén Sauvignon Blanc – T. 149
 
 
Branco Não Aromático
 
Almadén Riesling Renano – T. 134
 
 
Tinto Jovem
 
Almadén Cabernet Sauvignon – T. 93

 



Domno traz novos rótulos portugueses para o Brasil

07/08/2018

Foto: Divulgação
 
Os vinhos portugueses são reconhecidos pela exclusividade e qualidade de suas uvas, além de sua longa tradição e características da região. Para os amantes de um bom rótulo português, a Domno Importadora amplia seu portfólio trazendo cinco rótulos do Grupo Enoport Wines, responsável por reunir algumas das mais antigas e prestigiadas vinícolas portuguesas com reconhecimento nacional e internacional. Os rótulos chegam ao mercado brasileiro nas opções tinto, rosé e branco.
 
O Vinho Verde Calamares Cantil Branco é elaborado com as uvas Arinto (40%), Trajadura (30%) e Loureiro (30%). Possui aspecto límpido, amarelo muito claro, quase transparente, com reflexos esverdeados, e aroma muito frutado. É considerado um vinho seco, jovem, fresco, suave e frutado. Excelente aperitivo, ideal para um dia de muito calor. Acompanha muito bem pratos de peixe e mariscos.
 
Já o Vinho Verde Calamares Cantil Rosé tem aspecto cristalino e aroma intenso de frutos vermelhos sendo dominante a cereja, o morango e a groselha. O sabor é frutado, fresco, equilibrado e ligeiramente frisante. A bebida é a opção ideal para consumir como aperitivo ou para acompanhar pratos à base de peixe, mariscos, pizzas e comida chinesa.
 
 
Os outros rótulos que chegam para completar o portfólio da Domno são da Cabeça de Toiro, marca conhecida pela produção de vinhos encorpados e estruturados. Abundante em frutos vermelhos bem maduros e com agradáveis notas tostadas. Assim se traduz o vinho Cabeça de Toiro Reserva Tinto. Seu aroma é frutado, de corpo macio, encorpado com final harmonioso. Acompanha muito bem peixe assado, carnes brancas e vermelhas e queijos de estrutura média.
 
 
Bastante envolvente na boca, muito fresco e persistente são as principais características do Cabeça de Toiro Reserva Branco. Com aspecto cristalino e aroma de frutos tropicais, abacaxi e damasco, é a opção ideal para harmonização com charcutaria condimentada, peixes assados no forno, carnes vermelhas guisadas e queijos de estrutura média.
 
 
O vinho Cabeça de Toiro Gran Reserva Tinto possui cor granada intensa, aroma profundo com notas balsâmicas, ligeiro floral, ameixa e especiarias. Touriga Nacional, Syrah e Cabernet Sauvignon são as uvas usadas para a produção desse imponente rótulo. Cozinha mediterrânea, tais como a caça, carne vermelha com especiarias suaves e aromáticos vão muito bem com o rótulo.

Sobre a Domno - Localizada na cidade de Garibaldi (RS), a empresa faz parte do grupo Famiglia Valduga. Responsável pela elaboração dos espumantes Ponto Nero e Ponto Nero Celebration, já reconhecidos pelo consumidor por sua qualidade e elegância, e importadora de vinhos finos, trazendo com exclusividade para o Brasil conceituados rótulos de diferentes nacionalidades.
 

 



Club Des Sommeliers traz seleção de vinhos e dicas de harmonização

01/06/2017

 Foto: divulgação
 
A marca de vinhos Club Des Sommeliers preparou uma seleção especial de vinhos e espumantes, com dicas para serem degustados com carnes vermelhas, peixes, queijos, pizzas, massas e fondues. Com opções para todos os gostos e bolsos a marca possui desde frisantes e vinhos jovens, até uma linha Gran Reserva.
 
Com mais de 90 rótulos em seu portfólio e 15 anos de existência, Club des Sommeliers é a maior marca de vinhos em número de rótulos do Brasil, com uma seleção que passa por diversas uvas provenientes de vinhos de 11 diferentes nacionalidades produtoras. Tudo com a consultoria do enófilo Carlos Cabral, que visita pessoalmente cada vinícola e faz uma seleção das uvas e safras para compor a linha. Hoje, os rótulos da marca são encontrados exclusivamente nas lojas Extra e Pão de Açúcar.
 

 



VINHOS VERDES EM DESTAQUE NO PÃO DE AÇÚCAR

31/03/2017

 Foto: divulgação
 
A rede Pão de Açúcar realiza o Festival de Vinhos Verdes, com destaque para 18 rótulos de seis produtores do Norte de Portugal. A curadoria é do consultor de vinhos da rede, o enófilo Carlos Cabral. Durante a ação, estes vinhos estarão com preços diferenciados nas lojas de João Pessoa. O festival acontece até 17 de abril.
 
O festival está em sua 4° edição e foi criado para atender a demanda que devido às celebrações da Páscoa, já que a bebida harmoniza perfeitamente com o bacalhau, um dos pratos mais tradicionais desta época.
 
“O mapa do vinho verde é muito conhecido por turistas e amantes da bebida. Diferente do que muitas pessoas pensam, ele não leva este nome por sua cor, pois pode ser tinto, branco, rosè e até espumante. Seu nome vem da sua região de produção, o território do Entre Douro e Minho, no noroeste de Portugal, conhecida pela paisagem verde das vinhas. É frutado, leve e perfeito para harmonizar com peixes e carnes brancas”, explica Cabral.

 



Calor combina com...

11/03/2016

 
Se você pensou em cerveja, certamente nunca teve a maravilhosa experiência de se sentar à beira-mar de Cabedelo e degustar, matando a sede mesmo, uma bela taça de vinho branco, harmonizando com o que o nosso litoral tem de sobra, belos frutos do mar.
Brancos, espumantes, rosés ... Ah o mundo do vinho vai muito além dos tintos.
Nós brasileiros, nordestinos em especial, temos a tola ideia de achar que quem entende de vinho, só toma vinho tinto. De onde saiu isso? Certamente, da cabeça de alguém que não levou em conta que vivemos num país tropical, com dias de sol quase o ano inteiro e verões escaldantes que pedem, de modo geral, vinhos mais leves, frescos e que devem ser servidos à temperatura mais baixa. O que se instalou foi um preconceito com os “não tintos”, por serem considerados erroneamente, piores. Mas o que faz um vinho ser melhor ou pior, passa longe da sua cor, está sim, relacionado a qualidade das uvas e na sua produção em todas as suas etapas.
 Claro que existem preferências, e os gostos devem ser respeitados, têm pessoas que preferem realmente um vinho tinto corpulento, rico em taninos e álcool, um verdadeiro “estoura peito”, como diria um amigo meu, mas não custa dar uma chance e se aventurar em líquidos mais cristalinos, principalmente se o clima está gritando e implorando por isso.
 Os “gringos”, quando desembarcam por aqui, não entendem como as pessoas em um país como o nosso, com um clima e uma culinária tão favoráveis ao consumo de vinhos brancos, praticamente não os consomem.
 Vamos abrir nossos horizontes e embarcar nos encantos de um ácido Sauvignon Blanc, na fineza de um Chardonnay, na aromaticidade inebriante de um Torrontés,  na sutileza de um rosado ou nas pérolas de um bom espumante.
 
Tim- Tim

 



Bebendo estrelas...

15/01/2016

 

 

“Estou bebendo estrelas” foi o que disse o monge beneditino Dom Pierre Pérignon ao experimentar a sensação causada pelas borbulhas que haviam se formado nas garrafas de vinho da sua adega. A partir daí, essas “bolhinhas” seduziram reis e imperadores, que a elas recorreram para comemorar as vitórias ou esquecer as derrotas.

Até hoje, seja nas grandes celebrações, seja no passeio de barco, ou até nas areias da praia (por que não??), o espumante é sinônimo de alegria e comemoração.

A mais charmosa das bebidas se tornou democrática, cabe em qualquer bolso e agrada aos mais diversos paladares, além de muito versátil, sendo uma ótima opção de harmonização para quase todo tipo de prato, podendo desfilar num jantar, desde a entrada até a sobremesa.

Seu elegante frescor, proporcionado pelas borbulhas e pelo correto equilíbrio entre o álcool e a acidez, associado a uma temperatura de serviço mais baixa, faz com que o espumante seja a bebida ideal para verão.  Nada como um espumante geladinho para aplacar o calor.

As tão festejadas borbulhas (estrelas), nada mais são, do que o gás carbônico liberado após a re-fermentação do vinho (sim, espumante é vinho). O segredo está em conseguir reter essas bolhinhas. Esta segunda fermentação pode ser feita basicamente de duas maneiras e vai influenciar no estilo e no preço da bebida. No Método Tradicional ou Clássico (Champenoise, para os franceses), ela acontece nas garrafas, onde o gás carbônico fica retido; No Método de tanque (Charmat), esta segunda fermentação se dá em tanques de inox fechados, e só depois o espumante é engarrafado. A produção pelo Método Tradicional é mais demorada e onerosa, e resulta em espumantes com aromas e sabores mais complexos.

Um ponto que confunde muita gente é saber distinguir espumante, Champagne e Prosecco, então vamos esclarecer: Só pode ser denominado Champagne, o espumante elaborado pelo método tradicional (Champenoise), com uvas específicas, na região de Champagne na França. Quanto ao Prosecco, podemos chamar assim, somente o espumante elaborado pelo método de tanque, com a uva Prosecco, na região do Vêneto, na Itália. No mais, o que bebemos são espumantes, e assim devem ser chamados.

Se você quer apreciar o melhor desta bebida, pode começar pelos espumantes brasileiros, que estão cada vez mais se destacando em qualidade, enchendo nossa boca de alegria, ao beber estrelas.

 

 

 

 



Salve Baco!!! Ou seria Dionísio?!

18/12/2015

 
No mundo dos vinhos, sempre tem alguém em dúvida a que deus recorrer ou saudar. Entendendo um pouco desta estória, fica mais fácil fazer a sua escolha.
O vinho sempre esteve envolvido em grande parte das religiões, mitos e lendas da história da humanidade. Mas talvez as “entidades” mais conhecidas relacionadas ao vinho sejam os deuses Baco e Dionísio.
Existem registros de que o culto a Baco, deus romano associado à agricultura e às videiras, também conhecido como o deus dos excessos, é mais antigo que o culto a Dionísio, seu similar grego, o que ainda deixa pairando no ar a dúvida se são um mesmo deus, com nomes diferentes (um romano e outro grego) ou trata-se de duas divindades distintas.
De qualquer maneira, mais interessante que descobrir quem foi cultuado primeiro, é o próprio mito da descoberta do vinho: Zeus (Senhor do Olimpo), disfarçando-se de mortal, seduziu Sêmele, filha do rei Cadmo e com ela teve um filho; Dionísio, que foi entregue as ninfas da floresta para ser criado dentro de uma caverna no monte Nisa. Certo dia, ainda jovem, ele se deparou com uma fruta até então desconhecida. Era a uva!! E, melhor ainda, descobriu que dela podia ser feito um néctar que causava a embriaguez. A sensação provocada por tal bebida era capaz de igualar, por meio do êxtase, deuses e homens.
Os romanos retomaram os deuses gregos, assim Dionísio tornou-se Baco (teoria mais aceita). De deus do vinho, Baco transformou-se em salvador. Seu culto se difundiu entre as mulheres, os escravos e os pobres.
Dionísio e Baco normalmente são representados como criaturas alegres e festivas, eternos fanfarrões, com sua taça em punho, sempre prontos a brindar conosco, pobres mortais, sedentos pelo néctar dos deuses.
 

 



1

AS MAIS LIDAS*

1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
* Notícias mais acessadas da semana


Twitter @fashionnews_



Encontre-nos

twitter Facebook



Copyright © 2019
Todos os direitos reservados a Fashion News
Webmail - Administração

Fuzzon